2 de fevereiro de 2011

Respeito, respeito e respeito!


"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."
  (Albert Schweitzer)

Pesquisadas na Europa por dez anos, as brincadeiras vistas como inofensivas ganham o nome de Bullying e torna-se assunto educacional para poucos profissionais da área no Brasil. A palavra Bullying ainda desconhecida para a maioria dos educadores é conhecida por agressão escolar, tendo uma visão que não engloba as brincadeiras inofensivas no âmbito de agressividade realista causadora de tanta distorção de personalidade, somatória de uma gama problemática na sociedade. Bullying são os apelidos, o conjunto de comportamentos que discriminam, rotulam, agridem indivíduos iniciando na infância, na vida familiar e crescente na vida escolar, distorcendo a formação da personalidade fazendo com que vidas se percam e refletindo na sociedade tornando vidas inocentes em vítimas. Das inofensivas brincadeiras surgem suicidas, homicidas, viciados, bandidos e cidadãos sem convívio social recalcados por sentirem-se fora dos padrões que a sociedade exige, temos casos de crianças e adolescentes depressivos que suicidam, outros são meros números nas estatísticas de evasão escolar e os que vivem no isolamento, desatento, fugindo do convívio social. São muitas e até despercebidas as distorções causadas pelo Bullying. O processo educacional no Brasil necessita de uma política direcionada para atender os profissionais da educação ampliando o esclarecimento e o conhecimento no que tange o assunto para que possam iniciar um trabalho conjunto, seguindo as orientações de médicos e de psicólogos podendo como resultado minimizar o problema, erradicá-lo será difícil. No Reino Unido já existe trabalho direcionado às escolas. A solução segundo a medicina e a psicologia está no ensino da solidariedade, do respeito às diferenças humanas, raciais e sociais, trabalho que deverá estender às famílias formando um conjunto, para com a extensão do trabalho cheguem ao mesmo consenso. Com o olhar mais voltado para formação do cidadão dando a cada um o direito de ser gordo, narigudo, míope, estatura baixa ou alta etc. ocupar o lugar que lhe cabe com respeito e segurança; "buscando a paz tão pedida e devida à sociedade brasileira".



Fonte: http://pt.shvoong.com/social-sciences/1663507-educa%C3%A7%C3%A3o/

Um comentário:

  1. eu sofri muito com bullying... eu serei uma educadora diferente... chega de indiferença, os professores têm que agir contra isso!

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Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.

Machado Assis